sábado, 25 de abril de 2015

Rapidinhas do Lipe e da Nina

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Programamos de passar o fim de semana num hotel-fazenda. Dias antes, começo a "empolgar" o menino:
"Filho, sabe o que tem no hotel? Tem parquinho, tem bichinhos, tem piscina, tem papa gostosa... O hotel é muuuuito legal! Quer ir no hotel?"
E ele aprende rapidinho...
"Mamãe, o que tem no 'hutel'? Tem piscina, tem ota piscina, mais uma piscina... Tem páquinho... Tem galinha, tem vaquinha, tem passarinho... Mais uma piscina!"
E por aí vai. Acho que ele estava empolgado com a piscina!
Chegamos ao hotel.
Quando entrávamos na ala dos quartos, ele já soltava: "olha a casa do hotel!".
Andando pela fazendinha, eu digo:
"Filho, fala bom dia pra galinha!"
"Bom dia, galinha pintadinha! Tudo bem?"
De volta a São Paulo e à rotina. Pegamos a criança na escola. Entra no carro e começa:
"Mãe (é, não sei onde foi parar o 'mamãe'), pó ir na vovó?"
"Não, filho, hoje vamos pra casa, tá?"
"Ah, não!... Mãe, pó ir no shopping?"
"Não, filho, já falei que vamos pra casa hoje, tá?"
"Mãe, pó ir no hotel?"
Meu Deus, quem foi que esse menino puxou???
Numa sexta-feira à noite, estávamos jantando na casa da vovó, de onde ele não quer mais sair. Mas só pra contrariar, nesse dia ele resolveu ir embora.
"Mãe, pó ir pá casinha do neném?"
Demoramos um pouco pra sair, entre terminar de jantar, recolher tudo, se despedir de todos e finalmente estarmos, os quatro, instalados no carro.
Assim que Felipe foi colocado em sua cadeirinha, solta essa:
"Eba, vamu pá casinha do neném! FINALMENTE!!!"
Nariz super entupido. Vovó assoa e sai muita catota. Mostra pra ele:
"Olha só que nariz sujo!"
Ele olha, faz cara de nojo e solta:
"Viiiiichi!"
Vamos sair de casa, escolho a roupa e mostro pra ele.
"Vamos trocar, filho? Por a blusa do tubarão?"
"Ah nãããoooo, mamãe! Essa não!"
Pega a roupa, vai até o armário, guarda tudo na gaveta e volta com outra.
"Vamu pôi essa, mamãe! É mais legaaaal!".
Palavrinhas gostosas do atual vocabulário:
Eversário = aniversário
Pacagaio = papagaio
Oquinha = rosquinha
Boiaga = goiaba
Macorujá = maracujá
Meédio = remédio
Uburu = urubu
É só pra não dizer que não falamos da Nina: ela ainda não solta essas pérolas deliciosas, mas já tem se mostrado uma bagunceira de mão cheia!
Se acaba em sorrisos e risadinhas para o irmão... E ele percebe isso cada vez mais a cada dia, então passa a provocá-la mais também. Aí, claro, ela ri mais, ele acha mais lindo e brinca mais. E ficamos num infindável looping de gostosura por aqui, uma corrente de causa e efeito que não acaba nunca e faz meu coração transbordar de amor!
E quando ele para do lado dela e começa a cantar? Tá certo que periga ele destroncar os bracinhos dela, de tanto que chacoalha as maõzinhas no ritmo da música, mas ela de fato não deve se incomodar, porque ri demais e olha pra ele com um ar de adoração que me deixa até enciumada!
Coisas que nossa baixinha já sabe fazer:
- rir e gargalhar está, sem dúvida, no topo dessa lista! Eita menina feliz que nós fomos arrumar!!! rs... Nossa “garota-sorriso”!!!; 
- rola de bruços, na maior facilidade e naturalidade, mas normalmente para o lado direito. E ainda não sabe – ou não quer! – voltar (de bruços para de costas); 
- ergue a cabeça com firmeza; 
- está quase sentando firme e sem apoio – até já senta, mas passa uns segundos e vai tombando pra frente! rs...; 
- procura por mim assim que ouve minha voz; 
- comanda as mãozinhas com destreza e facilidade; 
- se distrai sozinha com mãos e pés; adora mexe-los e ficar observando o “movimento” que fazem; 
- vira em direção a barulhos; 
- morde e chupa o dedão do pé; 
- quer engatinhar – é só coloca-la deitada que ela vira de bruços e já começa a mexer braços e pernas, afobadamente, como se estivesse nadando, e fica brava porque quase não sai do lugar.
Dia 11 de abril, no dia exato em que completou cinco meses, iniciamos com nossa princesa os suquinhos e frutinhas. Realidade BEM diferente da do Lipe, que foi um draguinha desde o princípio, nossa moça não se mostrou muito interessada não... Mas com o passar dos dias está aceitando mais e melhor.
De suquinhos, já provou laranja lima, mamão e laranja com cenoura. De frutinhas, banana, mamão, pera e maçã. Amanhã começaremos com manga!
Está ficando super bem na escolinha. Passa o dia numa boa, tem aceitado a mamadeira, o suco às vezes, as frutinhas sempre come pelo menos um pouco. Fica bem e tranquila, e me recebe com um mega sorrisão quando chego em casa!
E assim seguimos, dia a dia, passando muito mais tranquilamente do que eu jamais poderia esperar por este primeiro ano do segundo filho! É difícil e cansativo, sem dúvida, ainda mais agora que voltei ao trabalho, e vai ficar ainda mais complicado pois logo começamos a minuciosa fase das papinhas, mas é TÃÃÃOOOO ENCANTADOOOOOR!
Ver o amor que vai, dia a dia, sendo construído entre os irmãos, é simplesmente MÁGICO, e a gente se derrete um pouquinho mais a cada dia, e morre de amor por esses dois serzinhos que Papai do Céu nos deu de presente!!! <3
Meus amores, vocês estão simplesmente deliciosos!
Só lamento ter tão pouco tempo para registrar todas as fofurices que vocês fazem todos os dias. Queira muito guardá-las a sete chaves na memória para nunca mais esquecer tantas gostosuras...
Lipe e Nina, vocês, sem dúvida, foram minha maior ambição, e hoje são minha maior alegria!
Amo muito vocês!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Tempo voando e mais uma volta ao trabalho

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Sei que tenho começado muitos posts assim ultimamente, mas é a mais pura verdade: os dias passam na velocidade da luz por aqui!

Minha licença-maternidade já acabou há vários e vários dias. Minhas férias também, e a volta ao trabalho já chegou. Iniciei esse post várias vezes escrevendo que "a licença estava no fim", depois que "a licença acabou e estou em férias", "as férias estão terminando" e não consegui concluir antes.

Fato é que na última segunda-feira voltei ao trabalho, depois de quase cinco meses de dedicação exclusiva à minha filhota e à minha família.

A Nina está com quase cinco meses e a cada dia que passa acho uma judiação maior deixá-la tão cedo aos cuidados de outra pessoa! Mas como o que não tem remédio, remediado está, não adianta lamentação.

Por isso, mesmo com dor no coração, dia 23/03 iniciamos o processo de adaptação na escolinha.

Mais uma vez, vivemos o drama da mamadeira por aqui. Foram duas semanas de tentativas incessantes e frustradas. Ela chorava, empurrava com a mãozinha, virava o rostinho e não rolava mesmo. Tentei cinco tipos e marcas diferentes. Ai comecei a mudar a estratégia e deixei que ela virasse amiga da mamadeira. Dava só pra brincar, segurar, fazia gracinhas. A mamadeira começou a ganhar sorrisinhos e mordidinhas dela, mas nada de sugar ainda.

Começamos na escolinha e nem as tias conseguiram melhor resultado. Estava dando leite materno que tiro com a bomba extratora, mas era tanto desperdício, e estou com tanta dificuldade pra tirar, que comecei a fazer as tentativas com o leite artificial prescrito pelo pediatra. Até que na sexta-feira, 27, ela aprendeu. Sugou um pouco e tomou 90ml.

Agora, dias depois, finalmente aceita a mamadeira, que toma exclusivamente quando está na escolinha. A prioridade é leite materno na mamadeira, e o leite artificial só entra quando o outro não é suficiente para saciá-la.

Anteontem foi o primeiro dia. Saímos de casa no horário habitual e, como era meu rodízio, foram todos me levar ao trabalho, para ficar na escolinha na volta.

Meu pequeno parece que estava sentindo que meu coração estava do tamanho de uma ervilha. Logo cedo já começou a me pedir para fazer gracinhas para a irmã, trazendo risadas à nossa manhã.

E assim que entramos no carro, ele, todo empolgado, começa seu diálogo com a pequena:

"Ninaaaa, olha pá mim, olha pá mim! Vamu lê o livro da vaca! Olha a lua! Olha, Nina, a curuja rosa!
Ninaaaa, vamu pra icóla!
Tem biciqueta, tem banana, papa, suco. Tem perinha, tem maçã, tem futinhas, tem moooontes de papas!".

(Fiquei horas me perguntando se ele pensa que a escola é restaurante! rs...).

Lindo, fofo e delícia demais!!!

Enfim, os dois ficaram super bem na escola, Nina tomou com tranquilidade as três mamadeiras do dia, dormiu, não chorou. O dia passou até que rápido e logo estávamos de volta. Fui recebida com duplos sorrisos deliciosos e a noite foi menos tumultuada do que achei que seria, pelo pouco tempo que sobra depois que chego em casa.

E, a partir de agora, a vida se remodela mais uma vez. Vamos redescobrir uma nova rotina, agora mesclando meus papéis de mãe de dois, esposa, profissional, dona de casa e mulher. Fácil já sei que não vai ser. Mas a vantagem de ser mãe de segunda viagem é que agora sei, com toda certeza do mundo, que é possível!

Meus amores, mais uma vez a mamãe volta ao trabalho depois de uma temporada em casa, e mais uma vez vivo um conflito de sentimentos, pela certeza de que estou fazendo o que é necessário, e pelo sentimento de que os estou "deixando". Sei que logo esse sentimento aplaca e que vocês vão crescer felizes e completos, e é isso que acalma meu coração quando bate a saudade ou o medo de que vocês sintam muito a minha falta.
Aprenderemos, como aprendemos até hoje, que "tempo de qualidade" é mais importante que "tempo em quantidade", e assim construiremos, a cada dia, a nossa família.
Mamãe ama muito vocês, e tudo o que faço, faço por vocês!!!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tudo junto e misturado...

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Tô devendo passar por aqui pra registrar um pouco do desenvolvimento dos meus gatinhos...
Falar que o tempo está passando muito rápido é uma grande mentira... o tempo está VOANDO! Nina já completou três meses e eu mal falei dela aqui, tadinha... Vou catalogando mentalmente as informações e toda manhã penso que virei escrever... o dia passa e não escrevo.
Vamos tentar tirar esse atraso, afinal, ela também terá direito a esses registros quando puder entende-los! rs...
NINA
Está crescendo na velocidade da luz!!! :-O
Com exatos três meses, cresceu 13 centímetros e mais do que dobrou de peso. Está com 59cm e 6,125kg.
Mama só leite materno, assim como foi com o irmão. Até poucos dias atrás dava intervalos máximos de duas horas. Em muitos dias, inclusive à noite.
Poucos dias antes de completar três meses, “magicamente” seus intervalos começaram a espaçar, e agora está na média de 3/3,5 horas durante o dia, e esticando bem à noite. Chegou a dormir das 22h às 07h30 nessa semana (todas gritam “viva”!!!), mas o padrão atual é mamar entre 22h/23h e acordar por volta das 5h para mamar novamente – o que, nessa idade, já é uma GRANDE coisa!
Com exatos 1 mês e 3 dias, aos 14/12/14, tivemos nosso primeiro sorriso intencional. Ok, todos vão achar que é cedo, eu também achei. Mas eu JURO e tenho CERTEZA! Ela é toda risadinhas desde que saiu da barriga (vai saber se já não era até dentro da barriga...), mas era aquela risadinha de RN, puro reflexo. Dessa vez, não. Ela abriu os olhinhos, olhou pra mim. Eu sorri pra ela. Ela sorriu de volta, mas sorriu com todo seu rostinho, sabe? Difícil explicar, mas aquele foi diferente. E de lá prá cá, é uma coleção sem fim de deliciosos sorrisos que derretem nossos corações...

E as gargalhadas? Já gargalha, muito! Esses dias acordou o papai na madrugada, tão alta foi a gargalhada!
Já tem dentinhos! Sim, dentinhos, que deram seu primeiro sinal com 2 meses e 17 dias, em 28/01/15. Tão pitica e dentuça, vê se pode! Ficou chatinha e manhosa por uns três dias, até os dois incisivos centrais inferiores rasgarem a gengiva. Logo que isso aconteceu, voltou à sua alegria e bom humor habituais.

E esses dias chatinhos, creio, coincidiram também com um ligeiro salto de desenvolvimento. Pois passada essa fase, notamos mudanças por aqui. As mamadas começaram a ficar mais espaçadas, passou a dormir mais à noite, começou a bater nos brinquedinhos e nas coisas que se interessa, começou o processo de rolar. Já a peguei várias vezes deitada de lado, quando a deixei de barriga pra cima, e uma vez, ela virou de bruços bem na minha frente: virou de lado, erguendo as pernocas pro alto e dando impulso, e empurrou o pezinho esquerdo contra o meu braço, conseguindo a força que precisava para ficar de bruços. Garota esperta e ligeira essa!
Tá uma perfeita tagarela! Fala sua língua “bebezística” o dia inteiro. Fala dormindo, fala acordada, fala quando está brava e principalmente quando está feliz. E se estiver brava, é só coloca-la deitada, ficar bem de frente com ela e começar a conversar. Alegria certa, a carinha muda na hora!!!
Alegre, esperta, doce. Melhores palavras não há para definir minha garota!...
LIPE
Esse carinha está um sem-vergonha de marca maior... Anda com umas sacadas, uns comentários, que fica difícil saber de onde vem. Só sei que temos vontade de morder e apertar muito!
Ainda está usando fraldas. Antes da Nina nascer, ele estava avisando quando fazia cocô e super interessado no vaso sanitário. Mas achamos que não seria bacana tentar o desfralde nessa época, visto a grande chance de regredir fases com a chegada da irmã. E foi mais ou menos o que aconteceu, ele parou de avisar. Agora, três meses depois, voltou a pedir para trocar a fralda quando está sujo, o que mostra que está incomodando. Nas próximas semanas faremos uma tentativa de desfralde, juntamente com a escola, mas sem grandes cobranças.
Continua comilão! Janta na escola, chega em casa, janta de novo (pratão!), come fruta, e toma leite antes de dormir. E come de tudo! Frutas, verduras, legumes, grãos de todos os tipos. Não tem tempo ruim com ele, graças a Deus! Mas também já descobriu os prazeres dos chocolates, bolos, doces. Depois dos dois aninhos eu dei uma sossegada com as neuras, e hoje deixo ele provar o que tem vontade. Sem exageros, e depois de comer a comida e a fruta. E assim seguimos felizes.
Outro dia estávamos almoçando na vovó, e ao vê-la colocando na mesa a travessa de salada, ele me pede: “mamãe, mamãe... pode colocá a folhinha pro Felipe, por favor?”. Um amor!
Aliás, é “por favor”, “obrigadA” (assim mesmo, no feminino! rs...), “de nada”, o tempo todo e prá tudo. Coisa mais linda!
Se refere a ele próprio como Felipe + primeiro sobrenome (coisa da escola). Às vezes, se refere com o nome completo mesmo, com os dois sobrenomes.
Continua gostando muito do Super Why e dos Backardigans, mas tá numa paixão sem fim pela porca Peppa. Decorou as falas dos desenhos e fica repetindo-as o dia todo, enquanto brinca. Já chamou o pai de “papai bobinho” algumas vezes.
E de tanto ver a Peppa falando o que adora, ele começou também: “eu adoooloooo banana!”. “Eu adooolooo ir na vovó!”. “Eu adooolooo foto”, e tudo o que vê pela frente.
Também descobriu o “quero” e “não quero”.
"Felipe, quer suco?”
Um segundo para parar, pensar, e:
“Sim, mamãe, eu quélo suco. ObrigadA”.
“Felipe, vamos tomar banho?”
“Não, mamãe, eu não quélo tomai banho!”.
Troca o “r” no final das frases por “i”. Tomai, andai, falai...
Está independente ao ponto de se virar em restaurante... rs! Outro dia saímos para jantar e enquanto eu esperava o papai voltar do banheiro, a garçonete se aproximou e eu disse que já faria o pedido. Pois ele olhou pra mim, olhou pra ela e não titubeou: “quelo arroiz, fezão, caininha e batata!”.
Continua louco, maluco, fissurado por sucos! Eu tenho diluído todos em água para que ele consuma com mais moderação, pois se deixar é um copo atrás do outro, várias vezes por dia. E de tanto eu “segurar” nas refeições, ele mesmo já aprendeu. Vai intercalando goles de suco com colheradas de comida, e repetindo: “um poquinho de suuuco, um poquinho de paaaapa!”.
Continua apaixonado por músicas, e cada dia chega da escola com uma diferente. Uma graça!
Ama um telefone. Quando passa pelo escritório, aperta o botão localizador da base do telefone, o que o faz tocar. Tira o aparelho da base e coloca no ouvido. E aí se segue alguma variação do tipo: “Alô, vovó! É o Felipe. Blá blá blá blá blá (muitas vezes indecifrável, outras algo como “vem ou vou brincar”). Tá bom, bêzu, táu táu táu...”. E devolve o telefone à base.
Sabe ligar o DVD sozinho, troca os discos, liga o programa. Senta no sofá e fica compenetrado assistindo. E se tiver outro disco no aparelho, procura alguma caixa vazia (se for um dos DVDs dele, ele sabe exatamente qual é), guarda na caixa e coloca-a na gaveta do móvel. Super organizado!
Reza todas as noites antes de dormir: “Papai do Céu, eu agradeço – obrigado! – pela minha vida, e pela minha saúde. Cuida de mim, da mamãe e do papai, das vovós e dos vovôs, das titias dos titios e da minha irmãzinha. Amém!”. E reza o pai nosso inteiro e direitinho. Agora, que vai ganhar uma priminha, inclui a priminha na oração também “... e da priminha que vai chegar, a Manu!”.
Reza na hora do jantar, na escolinha (e reproduz em casa para morrermos de amor!): “Papai do Céu, eu agradeço, pelo meu jantar, que vou comer. Dái a quem não tem, amém! Minha janta, minha janta, vou comer, vou comer. Prá ficar fortinho, prá ficar fortinho, e crescer, e crescer! Bom apetite, amiguinhos!”.
Algumas frases e conversas das últimas semanas:
Papai: “Lipe, você ficou com medo dos fogos?”
Felipe: “Com certeza, papai! Tantos fôgos, que legal!”
Felipe: “Papai, pode leva o zacalé na vovó?” (se referindo ao DVD Bebê Mais do Jacaré)
Papai: “Pode, filho!”
Felipe: “Ai que bom, papai! A vovó qué atiti o zacalé e o George!”
Vê um peixe no laguinho: “Olha o peixe voando na água!!!”
Está um carinho só com a irmã! Para ao lado dela, faz carinho (na mão, no rosto, na barriga, na cabecinha...) e diz: “olá, pincesa!”. Ou fala pra gente: “Mamãe... ela é tãããão pititica! Olha o pezinho dela!”.
Mas não deixa de ter ciúme e, quando a vê no meu colo, corre para o primeiro que estiver perto e pergunta se a pessoa pode segurar a Nina – assim, claro, sobra o colo da mãe pra ele!
Bem... poderia passar o dia registrando aqui essa fase mágica e deliciosa que estamos vivendo com essas duas figurinhas! 
Filhotes, começo a ter cada vez mais certeza que o tempo está passando muito, muito depressa!
Sei que Papai do Céu já foi prá lá de generoso com a gente, nos dando vocês, mas peço ainda que o tempo não seja tão traiçoeiro, e passe um pouco mais devagar, para curtirmos cada segundinho!!!...

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Dias cor-de-rosa...

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Os dias passam e aos poucos, vou me descobrindo - e redescobrindo - como mãe de dois.

E a descoberta mais incrível de tudo isso é que, caramba... até que não é tão difícil assim!!!

Quando me descobri grávida do segundo filho, e cada vez que pensava na minha vida com duas crianças pequenas, batia meio que um ligeiro "desespero"... rs! Não imaginava ser possível me desdobrar em duas, com toda a rotina e necessidades do Felipe.

Mas hoje, que essa é nossa realidade, vejo que é possível e que é TÃO BOM! Claro, é bem corrido e cansativo, o papai tem que ajudar muito (e graças a Deus atualmente ele está tão mais disponível, depois de ter mudado de trabalho!), não sobra tempo para a gente pois cada segundinho é deles. Mas a coisa vai, e flui, e nisso já se passaram os temidos três primeiros meses de vida da Nina, os três primeiros meses do Lipe como irmão mais velho e os três primeiros meses meus e do Ri como "pais de dois".

Obviamente, em alguns momentos "o bicho pega" e a vontade é literalmente se "enfiar em um buraco qualquer". Como quando os dois começam a chorar ao mesmo tempo. Como quando os dois querem comer ao mesmo tempo. Como quando as necessidades coincidem e não dá pra dividir.

Outro dia foi assim à noite. Nina estava dormindo, deixei-a com o pai e fui cuidar da rotina de dormir do Lipe (que ultimamente, nessa hora, só aceita a mim). Dei a mamadeira, escovamos os dentinhos, rezamos para o Papai do Céu, e deitamos juntos na caminha dele para dormir, como todas as noites. Só que nesse dia ele simplesmente não pegava no sono! E eis que chegou a hora da pequenina mamar, e ela não queria mais saber de esperar.

Falei pra ele: "filho, a mamãe vai dar o tetê da Nina que ela está com fome! Espera só um pouquinho que eu já volto, tá bom? O papai vai ficar com você enquanto isso!".

E eis que ele abraça a Tasha dele, vira para o lado quietinho e eu penso: "ele entendeu, que bom!". Exatamente nessa hora eu vejo o queixinho dele tremendo e lágrimas grossas e abundantes escorrendo pelo rosto. E ele começa a chorar inconsolavelmente! E meu coração ficou do tamanho de um grão de areia!

Conclusão: peguei a pequena, coloquei pra mamar, sentei na cama dele com ela no colo de um lado, ele deitado no meu colo do outro, e lá fiquei, por longos minutos e com as costas em frangalhos! rsrs... Ela acabou de mamar, dei para o papai fazer arrotar e deitei com ele de novo. E aí, em exatos dois minutos, ele finalmente adormeceu!

Então a lição que vamos tirando é que, com jogo de cintura, ajeita-se tudo. Não sei como ficarão as coisas quando eu voltar ao trabalho, em menos de dois meses. Certamente serão mais difíceis. Mas hoje já sei que, de uma forma ou de outra, com muito ou pouco cansaço e correria, tudo se ajeita.

Felipe já é apaixonado pela irmã. Faz carinho, dá beijinho, chama de "pincesa", fala que ela é tão "pititica" e reza por ela todas as noites.

Marina já é apaixonada pelo irmão. Quando vamos buscá-lo na escola, ela vai no bebê-conforto espiando a rua, o movimento. Mas basta o irmão entrar no carro para ela virar o rosto para ele e ficar hipnotizada o caminho todo, observando cada movimento, cada frase, cada gesto dele. Às vezes colocamos os dois juntos na cama, um ao lado do outro, para trocar ou simplesmente para ficar de preguiça, e ela também gruda o olhar nele e dá risadinhas. Tudo lindo de se ver!

E nós, bom, nós já somos perdida e irremediavelmente apaixonados pelos dois! Mal consigo me lembrar ou conceber minha vida sem OS DOIS.

E hoje entendemos, perfeitamente, essa história de que amor se multiplica. A um grau inimaginável. Basta se ter mais de um filho pra saber!!! :-)

Incrível como com o segundo filho, tudo é tão mais difícil e tão mais fácil!

Contraditório? Não, nem um pouco... Só quem é mãe de dois (ou de mais) vai entender...


É muito mais difícil porque agora são dois serzinhos demandando sua atenção, e você infelizmente continua sendo uma só...

É mais difícil porque seu dia continua tendo vinte e quatro horas, mas as obrigações e tarefas parece que quadriplicaram! (se já era difícil tomar um banho antes, agora se prepara!!! rs...)

É mais difícil porque a lei de murphy existe, e na hora que um acorda de madrugada, há grandes chances de o outro acordar também... ou, pra ser um pouco menos otimista, há chances maiores ainda de eles revezarem seus períodos de atividades noturnas, não sobrando nenhuma horinha pra você mesma dormir...

É mais difícil porque você tem que administrar necessidades físicas e fisiológicas com necessidades emocionais de cada um deles, e pela diferença de idade, elas são demasiadamente distantes e diversas.

É mais difícil porque, invariavelmente, o mais novo sempre vai precisar mamar ou dormir ou trocar a fralda naquela hora que o mais velho tanto precisa de você.

Mas, sim, é TÃO mais fácil!!!

É mais fácil porque você já sabe tudo, ou quase tudo, o que terá pela frente.

É mais fácil porque você já conhece sua capacidade de manter viva aquela pessoinha frágil, e confia muito mais nisso.

É mais fácil porque você já desenvolveu técnicas e estratégias com o primeiro e instintivamente lembra de tudo, ou quase tudo, com o segundo - e as aperfeiçoa!

É mais fácil porque você já aprendeu na pele que aquela baboseira toda de "encantadora de bebês" e afins não serve pra nada, e nem perde seu tempo tentando descobrir porque nada daquilo dá certo com você!

É mais fácil porque você já sabe o que é cólica, o que é lutar contra o sono, o que é esperar séculos pra arrotar, o que é bebê enjoado sem motivo aparente, o que é bebê que perde o sono de madrugada, o que é nascimento de dentes, o que é pico de crescimento e salto de desenvolvimento, o que é preparar uma refeição, comer, lavar louça e escovar os dentes nos quinze minutos de um cochilo, que é febre e doencinhas (tá bom, esse último a gente tira da lista, mãe nunca vai lidar bem com essa parte, seja o primeiro ou o décimo filho!).

E, principalmente, é mais fácil porque você já sabe que tem muita coisa chata na maternagem SIM, mas você sabe, com toda a certeza do mundo, que tudo isso PASSA! E passa logo! E que a cada fase superada, seu amor por aquela pessoinha aumenta incrivelmente e as recompensas por tanto esforço e doação também!

Obrigada, meu Deus, pela oportunidade de ser mãe de dois! E por viver essa nova maternidade de forma tão mais leve, natural, intensa e gostosa!

O cansaço é enorme! Mas o amor transborda e consegue ser maior, muito maior!!!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Dois anos e meio!

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Há 30 meses você me faz mais feliz.
Completa. Realizada.
Há 30 meses, sou mãe.
Sou SUA mãe.
E isso me basta!

Dois anos e meio de Felipe!

sábado, 27 de dezembro de 2014

Mãe de segunda viagem...

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E os dias estão passando numa velocidade alarmante!
Nossa princesa já ultrapassou seu primeiro mês de vida. Hoje está com 46 dias. Quarenta e seis dias em que eu redescobri o que é ter um recém-nascido em casa. Quarenta e seis dias de redenção pra mim.
Ser mãe do Felipe-recém-nascido foi muito difícil. Sempre o julguei um bebê muito chorão e demandante. Sempre, claro, atribuindo isso ao refluxo que ele sofreu e que, tadinho, o incomodava demais (até porque passada essa fase, a verdadeira personalidade dele veio à tona: ele é uma das crianças mais alegres, felizes e afetuosas que eu conheço!).
Mas é fato que era um bebê chorão e demandante. Lembro da minha licença-maternidade como um período sombrio, onde os dias se arrastavam lentamente, e tudo o que eu fazia era embalar nos braços um bebê que só chorava, independentemente do que eu fizesse em relação a isso. E eu chorava junto. E não comia, não tomava banho, não escovava os dentes, não cozinhava, não fazia nada, além de embalá-lo em meus braços.
E graças a Deus, depois do que pareceram muitos anos, aqueles três/quatro meses passaram, e tudo ficou mais fácil e voltou a ter cor.
Quando me descobri grávida da Nina, tive muito medo de viver tudo isso de novo. Mas agora tinha uma vantagem: já sabia que depois da tempestade, vem a bonança! Então me enchi de coragem para viver outro período sombrio.
E aí, acho que a magia se fez! Misturou-se à mãe cheia de coragem e determinação, a mãe mais experiente, acrescentando-se a essa mistura uma boa dose de amor de mãe (que agora não era mais um ilustre desconhecido!), além de uma boa dose de rotina de casa onde já existe uma criança e, pimba... eis que um novo e incrível cenário descortinou-se à nossa frente!
Marina está com 46 dias. E em nenhum deles eu quis chorar! E em todos eles eu só senti amor, multiplicado por mil. E gratidão pelos meus dois filhos, pela minha família. E culpa. Por entender que, mais que o refluxo do Felipe, possivelmente EU fui a causadora de tanto choro.
Eu, em minha inexperiência e medo, fiquei ansiosa e nervosa a cada minuto, e provavelmente transmiti muito desse sentimento pra ele. De forma totalmente inconsciente, claro! Mas hoje acho que o sossego e a tranquilidade da Nina refletem um pouco do meu próprio estado de espírito. Bebês são um reflexo da mãe. Se estamos bem, eles estão bem.
Gostaria de, na época de recém nascido do Lipe, ter confiado um pouco mais na minha capacidade de alimentá-lo, de acalmá-lo, de acalentá-lo. Hoje me pergunto se ele foi mesmo tão chorão quanto eu me lembro. E me surpreendo ao descobrir que existem recém-nascidos que dormem durante o dia, que ficam um pouco no berço ou no carrinho, que são capazes de adormecer sozinhos se estão cuidados e confortáveis, que permitem que a mãe cuide de outras coisas de seu universo.
Quando engravidei da Nina, lembro que disse para o Ri que quem sabe aquela "nova chance" não serviria para mudar esse conceito pesado que eu havia adquirido, sobre o quão difícil é a vida com um recém nascido. E, graças a Deus, assim está sendo!

Lipe, meu menino... desculpe por eu não estar tão preparada quando você chegou! Eu sempre tive todo o amor do mundo pra te dar, mas era um sentimento tão novo e tão grande que chegava a ser apavorante... e hoje sei que não fui o "porto seguro" que você precisava... Espero estar aprendendo com a maternidade a cada dia, e espero ser uma mãe cada vez melhor pra você, como você merece, meu amor!
Nina, minha boneca... você ganhou uma mamãe mais tranquila e experiente, mas por outro lado "perdeu" por não receber dedicação exclusiva... Você é tão pequenininha e já consegue adormecer sozinha em seu berço, quando a mamãe precisa te colocar lá um pouquinho para cuidar do seu irmão... Passa outros tantos momentos no carrinho, quando o colo da mamãe está ocupado. Mas tenho certeza que logo você saberá que, na verdade, não perdeu. Porque junto com isso você ganhou um irmão lindo e fofo que será seu companheiro pra vida!...

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ela chegou!!!

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"E hoje... mais uma vez... a vida se prepara pra mudar pra sempre!!!
A chegada de um filho é um furacão... Tira tudo de seu lugar, abala estruturas, faz com que reorganizemos a rotina, os hábitos, os conceitos e as prioridades. Nos tira do conforto do território conhecido. Às vezes você pensa: "mas que diabos fui fazer da minha vida???", ao mesmo tempo que descobre que não quer mais, de jeito nenhum, aquela rotina que tinha antes. Mas que a mudança é profunda e intensa... ah, isso é!
E de repente a vida vai se organizando. Se reorganizando, melhor dizendo. O que era caos e desconhecido vai entrando no lugar e se tornando familiar, você volta a relaxar e se descobrir nos seus dias.
E, de repente, recebe de volta sua vida, INFINITAMENTE melhorada!
Aqui foi assim... Tive que reaprender a administrar o tempo, a liberdade, as vontades, os medos, tudo.
No começo foi difícil, claro. Mas hoje tudo está em seu devido lugar, e sei que não nasci para ter outra vida...
E, agora que está tudo no lugar... mais um "furacão" se aproxima.
Um furacão pequenino e avassalador, que vai tirar tudo dos eixos de novo, vai bagunçar nossa rotina, vai roubar nossas noites de sono, vai restringir nossa liberdade por um bom tempo, e vai interferir profundamente no tempo e no espaço que hoje é do Felipe. Que vai passar a dividir a mãe, o pai, os familiares, os brinquedos, a atenção, a hora das refeições, a hora de dormir, o espaço no armário...
Grandes mudanças estão por vir!!!
Mas agora sabemos o que, de mais profundo, elas trazem... Sabemos que depois da tempestade, virá um lindo céu azul e ensolarado, e dessa vez nosso céu terá de brinde um arco-íris. Nosso mundo deixa de ser só azul e ganha todas as outras cores!
Por isso, as mudanças não assustam. Ou melhor, assustam só um pouquinho... rs...
Mas sabemos que a parte difícil é ínfima perto da alegria extrema e incalculável que um filho proporciona!
Vem, Nina... Surpresinha maior das nossas vidas! Mamãe, papai, irmãzinho e sua família toda te esperam com o maior amor do mundo!!!”isso é!E, agora que está tudo no lugar... mais um "furacão" se aproxima.
Um furacão pequenino e avassalador, que vai tirar tudo dos eixos de novo, vai bagunçar nossa rotina, vai roubar nossas noites de sono, vai restringir nossa liberdade por um bom tempo, e vai interferir profundamente no tempo e no espaço que hoje é do Felipe. Que vai passar a dividir a mãe, o pai, os familiares, os brinquedos, a atenção, a hora das refeições, a hora de dormir, o espaço no armário...
Grandes mudanças estão por vir!!!
Mas agora sabemos o que, de mais profundo, elas trazem... Sabemos que depois da tempestade, virá um lindo céu azul e ensolarado, e dessa vez nosso céu terá de brinde um arco-íris. Nosso mundo deixa de ser só azul e ganha todas as outras cores!
Por isso, as mudanças não assustam. Ou melhor, assustam só um pouquinho... rs...
Mas sabemos que a parte difícil é ínfima perto da alegria extrema e incalculável que um filho proporciona!

Vem, Nina... Surpresinha maior das nossas vidas! Mamãe, papai, irmãzinho e sua família toda te esperam com o maior amor do mundo!!!
== publicado no Facebook em 11/11/14 ==


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E eis que no dia 11 de novembro de 2014, a parte rosa da nossa vida chegou para tornar tudo mais lindo, colorido e doce!



 
 
Nossa princesa chegou de parto cesárea, às 19h28, pesando 2,825kg e medindo 46,5 cm. Uma pitica, ainda mais pitica que o irmão quando nasceu.
 
Dessa vez, mesmo sabendo que teria bastante dificuldade para fugir do parto cesárea, quis garantir para a pequena alguns cuidados mais "humanizados", e por isso levamos uma neonatologista previamente escolhida por nós. Com isso, foi assegurado à nossa filhota o imediato contato pele a pele com a mamãe, amamentação na primeira hora de vida, maior permanência dela na sala de parto, ausência de aspiração, dentre outras medidas.
 
Talvez por conta disso, talvez por ser segundo parto, ou talvez por nada disso... rs... o leite desceu mais depressa que no pós parto do Felipe, e assim nossa pequena já começou a recuperar o peso perdido ainda antes da alta da maternidade. O que, claro, deixou a mamãe aqui muito tranquila!
 
E com isso a vida segue, em casa, com nossos dois pequenos. Nossos tesouros!
 
Felipe está surpreendendo! Super doce e carinhoso com a irmã. Entra no quarto e vai direto no bercinho dela. Chama de linda. Faz carinho (meio bruto, sim, com direito a dedo no olho, na boquinha, no nariz!). Mas, do jeito dele, está descobrindo a irmã e começando a construir com ela uma linda relação.
 
 
 
E eu, embora saiba que ainda é cedo para qualquer coisa (Nina ainda não “acordou” para o mundo, não percebeu que está fora da barriga, ainda está no ritmo só “come e dorme”, ainda não chegamos à fase das temidas cólicas...), estou me sentindo muito, muito mais “leve”. Querendo curtir tudo o que o medo e a insegurança não me permitiram curtir com o Lipe. Torcendo para que o tempo passe um pouco, sim, pois não vejo a hora de ver os dois correndo e brincando juntos pela casa, mas também querendo aproveitar cada fase, cada instante, cada pedacinho da história deles. Provavelmente porque hoje sei que passa depressa demais. E que deixa saudade – mesmo a fase mais difícil, pois é linda e mágica, ao seu jeito.
 
E hoje, me pergunto, sinceramente, como pude um dia pensar em não ter dois filhos. É amor demais! Amor que não cabe no peito!!!
 
 
 
Felipe... meu maior desejo, tornado realidade.
Marina... a maior e melhor surpresa da minha vida.
 
Amo vocês, meus pitucos!!! <3 <3 <3


 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Chá da Nina e finais de semana agitados!

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Os últimos finais de semana foram bem agitados por aqui!

Além dos preparativos para terminar alguns detalhes da casa que ainda não estavam concluídos, e para deixar tudo pronto para a chegada da nossa pequena, ainda calhamos de estar numa fase cheia de compromissos e programas. Tanto que faço esse post com uns dois meses de atraso!...


Um que temos que registrar é o final de semana passado pelo Felipe em Campos do Jordão com o amigão Gael! Claro que papai e mamãe – dos dois – foram junto, mas o final de semana foi todo dedicado a eles!

Teve passeio no borboletário, pracinha com passeio de carrinho, restaurante da bocona do Jacaré, passeio a cavalo (que o Gaelito AMA, mas o Lipitcho morreu de medo do bichão e não foi!), e almoço em fazendinha, com direito a ver porquinhos, coelhinhos, cabritos e demais animais da fazenda. Isso sem falar das guloseimas que a mamãe relaxou e permitiu nesses dias – como os deliciosos chocolates e sorvetes de Campos!

  
Foi delicioso e a turma toda se divertiu demais! Agora, o mais bonitinho mesmo foi ver os dois pequenos curtindo a companhia um do outro. Era um tal de “Gael” pra cá e “Lipitcho” pra lá, o tempo todo! Beijos e abraços e tapas, claro, porque até os melhores amigos se desentendem! rs... Mas sempre que rolava uma “agressãozinha”, rolava também um “desculpe, Gael”, ou “desculpe, Lipitcho”, no final da história. Lindo de se ver! <3


Tivemos também em setembro o chá de bebê da nossa pequena Nina. Dessa vez mamãe quis algo mais ao estilo “clube da Luluzinha”, e só as meninas se reuniram (exceção, claro, ao irmãozinho Felipe que não poderia ficar de fora!). Fizemos esse encontro num café super gostosinho, e foi uma tarde deliciosa, dedicada à nossa princesa.



Na semana seguinte, tivemos o tão esperado casório da tia Buna e do tio Inan. Lipitcho estava um verdadeiro homenzinho e roubou a cena! O casamento foi simples, sem igreja e sem pompa, bem ao estilo deles, que fizeram questão de organizar tudo e fazer uma recepção em casa mesmo. E foi delicioso! Felipe até arrumou uma nova pretendente, a Alice, em quem grudou a festa inteira e não largou mais!!!




E, pra completar o registro dos grandes acontecimentos das últimas semanas, tivemos ainda sessão de fotos da barriga!

Dessa vez optamos por fazer no Jardim Botânico aqui de São Paulo. Estava completando 34 semanas e foi uma manhã incrível! E estou literamente babando pelas fotos...



  
E... como o tempo é implacável e passa rápido demais, Lipitcho completou mais um mesverário – 3 anos e 3 meses – o que quer dizer que a irmãzinha finalmente está chegando!


Sobre ele: está a cada dia mais fofo, serelepe, esperto e nos surpreende a cada minuto, com uma frase, um trejeito, uma palavra nova, uma gracinha. Fase deliciosa e apaixonante! A moda da vez é... cantar! Passo o dia cantando – e encantando – nossas vidas!

Sobre ela: reta finalíssima! Hoje, 37s3d de gestação da princesa Nina. Estamos com o parto pré-agendado para a próxima semana. Mamãe finalmente terminou de arrumar a malinha dela da maternidade, a minha está quase pronta, só faltando mesmo aqueles itens do dia a dia que só serão colocados na mala na hora de sair. Roupinhas todas lindas, limpas e cheirosas no armário, carrinho e afins higienizados e esperando por ela. Só o papai, “desencanado” como é, ainda não montou o berço (ok, podem crucificar!). Mas faremos isso nesse final de semana, até porque nos primeiros meses o berço ficará no nosso quarto e o espaço vai ficar bem “trancado” com isso... Por isso o papai enrolou tanto!


E é isso... Aquela mistura de sentimentos tomando conta da gente, de novo. Mas dessa vez, um pouco diferente. O medo de um recém-nascido em casa, a ansiedade por conhecê-la, tudo isso está muito presente, mas tem também todo um receio de como será a vida com duas crianças tão pequenas em casa, mas, ainda assim, com necessidades tão distintas.

Enfim... de um feito ou de outro... descobriremos! rs...


E que venha nossa pequena Nina!!! Mamãe, papai e irmãozinho esperam por você, meu amor!!! <3